segunda-feira, 11 de maio de 2015
Pq não mudar algumas formas do futebol portugues?
Ideias para o futebol português
- plantel com apenas 28 jogadores (+ equipas B´s. Estas com limite de idade e numero de portugueses: até 23 anos e apenas 6 estrangeiros)
Reduziria os empréstimos entre equipas, o que reduz os problemas de jogar e não jogar contra a equipa detentora do passe, permite que as equipas onde os jogadores evoluem, as equipas onde estão emprestados, tirem rendimento dessa evolução (os jogadores já seriam vendidos e não regressariam apenas às equipas detentoras), obrigaria a uma melhor gestão de aquisições e equilibrava as equipas - as equipas mais ricas caso errassem nas contratações não poderiam compensar ao comprar em quantidade.
Objetivo: equilibrar as equipas
- preço máximos de bilhetes em função das classificações
Ganhar credibilidade junto dos adeptos e recuperar pessoas para os estádios. Os preços teriam que ser de 2,5€ a 25€ para o campeonato (por exemplo) e sempre em função da classificação media dos 2 intervenientes 3 jornadas antes do jogo.
Objetivo: aumentar espectadores
- Horários dos jogos destinados aos adeptos que vao ao estadio
A equipa visitante teria que ter tempo para chegar a casa antes das 23h. Em Portugal seria fácil: jogos no algarve contra equipas do norte teriam que acabar antes das 18h. Jogos em lisboa com equipas do norte acabariam antes das 20:30h. E seguindo esta logica. Nenhum jogo poderia acabar depois das 22h
Objetivo: aumentar espectadores
- Transportes para o estadio
Através de uma parceria da Liga com os transportes públicos, os bilhetes dariam acesso ao transporte de comboio, autocarro e metro para os jogos do campeonato nacional. As claques organizadas deveriam ser acompanhadas sempre de forma autonoma como são hoje de forma a reduzir os riscos de confrontos.
Objetivo: aumentar espectadores
- Clubes obrigados a entregar na Liga o orçamento geral do ano e trimestralmente o acompanhamento do mesmo
Todos os clubes deveriam ter que entregar na liga, num formato pré-definido, que posteriormente divulgaria para todos, o orçamento anual, o investimento e a situação fiscal e contributiva e cumprimento dos salários. Trimestralmente deveriam entregar o real versus orçamento e situação fiscal e contributiva e cumprimento dos salários atualizada
Objetivo: transparência
- Obrigatorio investir uma percentagem minima em formação
X% do orçamento do ano (definir claramente o que inclui o orçamento) deveria ser investido em formação, pode ser em infraestruturas, em escolas, em apoio à educação dos jovens, etc
Objetivo: melhorar qualidade jogadores portugueses
- Arbitros nas conferencias de imprensa
Os arbitos como intervenientes diretos no jogo deveriam ter a oportunidade / a obrigação de participar nas conferencias de imprensa de forma a tornar mais clara as decisões e as dificuldades de cada um
Objetivo: transparência e melhoria do jogo
- Liga obter valor de venda e de compra de todos os jogadores inscritos e torna-los publicos
A Liga teria que obter e tornar publico o valor de compra declarado pelo clube e o valor de venda declarado pelo clube vendedor, seja ele nacional ou não. O documento do clube vendedor seria um documento oficial assinado por quem obriga o clube e seria tornado publico. Desta forma garantir-se-ia que os valores são coerentes e quais os valores para os intermediarios
Objetivo: transparência
- Relatorios dos observadores serem publicos
Os relatórios dos observadores dos árbitros deverão ser públicos de forma a ser percetível a forma de avaliação e de forma a controlar os próprios avaliadores
Objetivo: transparência
- Taça da Liga so para portugueses
As equipas apenas podem alinhar na taça da liga com jogadores portugueses, o que permitiria dar mais minutos a estes e equilibrar as equipas dado que as equipas mais fortes recorrem muito a estrangeiros
Objetivo: melhorar qualidade jogadores portugueses
- Os clubes terem de ser detidos em 50%+1 pelos associados
De forma a prevenir a entrada de multimilionários no futebol português que vem desvirtuar o futebol como desporto do povo e torna a concorrência desigual
Objetivo: equilíbrio entre equipas
- Avaliação das academias
Avaliações bianuais das academias tendo por base questões de aproveitamento escolar, nível das infraestruturas, tipo de treino, etc. Parte dos direitos televisivos seriam distribuídos tendo em conta esta avaliação
Objetivo: melhorar qualidade jogadores portugueses
Um futebol melhor traz felicidade e vice-versa
Uma relação pq sim?
Outra vez. Enésima será a ordem desta. Claro que haverá uma
ordem numérica para mais esta vez, talvez um dia seja enumerada. Qual a razão?
Será ela importante? Importante serão todas as explicações porque quando não a
temos a si recorremos e agora que me pergunta você mesmo, deduzo que explicação
exista.
Sabe que analisar o que aconteceu não é fácil, mais difícil
será o porquê de ter acontecido. Diga por exemplo, porque foi ele e não outro
quem desta vez me calha amar. Amar ou acompanhar, nunca sabemos o significado do
primeiro e acompanhar sempre será mais objetivo, caso não queira andar a jogar
aos conceitos. Se não responde, ou não sabe ou não quer dizer. Se não sabe
percebo que nem tudo tem explicação, nem dada por si. Se não quer dizer
deixar-me-á a pensar como até aqui tenho pensado. Em que? Nos porquês…
No inicio pensei que era amor eterno como qualquer primeiro
amor. Era tao nova e inocente. Talvez feliz por uma e outra razão. Mas tudo
acabou com a mesma intensidade com que começou. Outro amor terá aparecido na
vida dele, ou nunca nenhum amor tenha sequer chegado a aparecer.
Outros vieram, não fosse a idade propicia e a sociedade
aberta. Mas gostar de alguém não é estar agarrado. Não sou tinta para estar
sempre no papel, sou pensamento para estar e não estar. Por isso estar sempre,
aqui e ali, quando querem e como querem não era para mim. Não tenho asas mas
preciso de voar.
Se voei muito? Eu penso que pouco, o ceu é imenso e depois
do ceu algo haverá ainda mais imenso. Talvez tenha sido por voar para longe que
este também tenha voado. Mas eu voltava, como as pombas voltam ao pombal, ele
voou para não mais voltar.
Mas olhe que da outra vez não foi voar. Teve mesmo que ser.
Era o meu caminho, porque a vida se faz de suor e trabalho e se de trabalho
precisava tive de caminhar atras dele. Ele não gostou talvez. Ciúme? Ciúme do
trabalho? Não sei, mas ciúme não é de pessoas? Eu disso sei pouco, mas talvez o
senhor também não saiba muito é verdade, nunca teve companhia nem amante para
além da bondade.
Mas sabe tudo da minha vida não sabe? É omnipresente e omnisciente. Sabe que não trai nunca. Se em pensamentos? Pensamentos são meus,
não posso trair comigo própria, ou também isso é traição? Mas se nunca trai
porquê duvidarem? Confiança é a base de qualquer relacionamento, sempre ouvi
dizer.
Sim, já tive relações com confiança. Muita e mutua. Ele e eu
confiávamos, cada um cada qual. Era uma vida livre e complementar. Ele tinha a
dele e eu a minha, e no fim tínhamos a nossa. Mas quando a nossa se tornou
sempre só nossa o quotidiano e a rotina, essa batalha silenciosa, essa
comodidade assassina, talvez tenha tirado vida aquilo que era nosso.
Os outros? Sei la! A idade, porque nova já não era, o trabalho,
porque o tem que ser tem muita força, o tudo e o nada… não sei….
E diga-me lá, o senhor sabe? Sabe se algum dia terei esse
relacionamento que todos querem e talvez ninguém consiga? Eu sei que o futuro a
si lhe pertence e se comigo partilhar deixará de ser só seu. Mas olhe que
partilhar nunca fez mal a ninguém e egoísmo é característica do demónio.
Talvez tudo tenha que ir e vir. Talvez todos sejam
passageiros, e apenas o ultimo, aquele que por vezes dizemos que foi eterno
apenas o tenha sido porque também nos vamos e vimos e em algum momento temos de
partir.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Pq a ruralidade vale?
o homem moderno ou urbano, apesar de não serem sinónimos, mas normalmente assim tratados quando queremos referir o homem de hoje e de agora, esse homem esta cada vez mais desligado da ruralidade... não falemos, nem falamos do desconhecimento jovem das origens dos alimentos, nem dos nomes de vegetais, legumes, verduras, e que nem sonham que esta terminologia não é sinonima, mas isso talvez seja culpa das ciências que as escolas transmitem, não nos referimos aos cereais e animais, que por vezes nunca se viram fisicamente e que são quais extraterrestres do nosso mundo... todo este conjunto de falhas ou de desconhecimento é isso mesmo, é desconhecimento, falta de infor e de formação... dirão alguns que isso também é fruto do desenvolvimento ou falta dele (ou talvez desenvolvimento queira mesmo dizer falta de envolvimento... e nesse caso está o texto finalizado, sem qualquer linha adicional, mas também sem qualquer duvida e opinião que por isso mesmo será tema de discussão e reflexao)
Voltemos à ruralidade. o homem moderno, chamemos-lhe assim, esta então distante da ruralidade... ruralidade enquanto vida, cultura e vivencia do campo. esta longe do espirito e da alma rural, da origem da vida e da base do desenvolvimento do homem. As regras da ruralidade são próprias da natureza e contra a natureza já lembrava Brecht que pouco ou nada podemos fazer quer quando ela é violenta ou amigável, como se a natureza por si so pudesse ser de uma ou de outra forma.
A ruralidade vive em função da necessidade da vida tal como ela tem vindo a ser... a ruralidade depende do tempo, quer do climatérico quer do passar das horas e dias aos quais também chamamos passar do tempo. só com tempo se colhe os broculos ou os espargos, so com tempo a fruta fica madura e só com tempo os ovos se tornam pintos e os pintos se tornam galos ou galinhas. maquinarias e químicos, melhores terras e mais trabalho, podem alterar o tempo... mas não o eliminam... e por isso na ruralidade o tempo, apesar de bem escasso e que todos se queixam aquando do seu fim, é visto de outra forma... a vida é vivida... a seu tempo. a velocidade e o apressa-te urbano contrasta com a o ritmo que a natureza impõe e que a ruralidade a sente.
o homem urbano, moderno ou apressado, fala da vivencia e da necessidade da mesma, mas fala com a mesma pressa com que se esquece e com que lê a necessidade de rever e sentir os amigos, ou ate da essência das relações pessoais e da importância do próximo... mas le rele, da razão diz que gostava, mas continua na sua corrida aluciante e raramente da tempo para que qualquer destas flexões, ou melhor, inspirações lhe influencie verdadeiramente a vida... ve artigos no jornal on-line, revê um post no telemóvel, observa uma reportagem na televisão do restaurante, mas não sente que efetivamente pode estar a desperdiçar o tempo correndo sempre atras do tempo que lhe foge.
n sabemos se o tempo vai recuar no tempo, e voltar à ruralidade como Nolan simulou, ou se o tempo ganhará ainda mais velocidade e levará todo o homem para um corrida alucinante em que o tempo empurra e foge e onde o homem é refém do seu tempo, correndo atras e ao mesmo tempo à frente dele...
no entanto seja a direção que for e não sendo uma nova dimensão controlada, o tempo controla o homem e vice-versa...
Voltemos à ruralidade. o homem moderno, chamemos-lhe assim, esta então distante da ruralidade... ruralidade enquanto vida, cultura e vivencia do campo. esta longe do espirito e da alma rural, da origem da vida e da base do desenvolvimento do homem. As regras da ruralidade são próprias da natureza e contra a natureza já lembrava Brecht que pouco ou nada podemos fazer quer quando ela é violenta ou amigável, como se a natureza por si so pudesse ser de uma ou de outra forma.
A ruralidade vive em função da necessidade da vida tal como ela tem vindo a ser... a ruralidade depende do tempo, quer do climatérico quer do passar das horas e dias aos quais também chamamos passar do tempo. só com tempo se colhe os broculos ou os espargos, so com tempo a fruta fica madura e só com tempo os ovos se tornam pintos e os pintos se tornam galos ou galinhas. maquinarias e químicos, melhores terras e mais trabalho, podem alterar o tempo... mas não o eliminam... e por isso na ruralidade o tempo, apesar de bem escasso e que todos se queixam aquando do seu fim, é visto de outra forma... a vida é vivida... a seu tempo. a velocidade e o apressa-te urbano contrasta com a o ritmo que a natureza impõe e que a ruralidade a sente.
o homem urbano, moderno ou apressado, fala da vivencia e da necessidade da mesma, mas fala com a mesma pressa com que se esquece e com que lê a necessidade de rever e sentir os amigos, ou ate da essência das relações pessoais e da importância do próximo... mas le rele, da razão diz que gostava, mas continua na sua corrida aluciante e raramente da tempo para que qualquer destas flexões, ou melhor, inspirações lhe influencie verdadeiramente a vida... ve artigos no jornal on-line, revê um post no telemóvel, observa uma reportagem na televisão do restaurante, mas não sente que efetivamente pode estar a desperdiçar o tempo correndo sempre atras do tempo que lhe foge.
n sabemos se o tempo vai recuar no tempo, e voltar à ruralidade como Nolan simulou, ou se o tempo ganhará ainda mais velocidade e levará todo o homem para um corrida alucinante em que o tempo empurra e foge e onde o homem é refém do seu tempo, correndo atras e ao mesmo tempo à frente dele...
no entanto seja a direção que for e não sendo uma nova dimensão controlada, o tempo controla o homem e vice-versa...
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Pq sim ao Futebol?
Como produz sentimentos tão sentidos, mais do que qualquer
outra visão, um conjunto de homens, porque as mulheres cumprem os seus
primeiros passos, a lutar de forma guerreira, nem sempre, por introduzirem a pellota ou balon num paralelepípedo?
Ser chamado desporto do povo não é a explicação mas talvez
seja a razão. Não explica a explosão que cria dentro de cada amante dos 90 rápidos
minutos, mas demonstra que é universal, que é acessível, que todos tem direito
a ele e que ninguém deverá ser seu dono.
No futebol, o desporto do povo, que controversamente é também
chamado de rei, e o rei sabem bem os povos, que é regido por outras leis que os
próprios povos lhes foram permitindo. No futebol não existem classes, nem donos,
nem amos… existem amantes. Este é o futebol do mundo, do golo, do grito e das
lagrimas. É o futebol em que todos tem opinião e ninguém razão. Cada um
chamando a um conjunto de homens a sua equipa, porque a sentem verdadeiramente
sua, quando na verdade é o seu espirito que pertence, esse sim, aos guerreiros. Os
sentimentos de 90 minutos estão nas mãos e principalmente nos pés desses deuses
que por vezes parecem ter ajuda divina para fazerem milagres que o comum dos
terrestres não conseguirá. A anatomia perde a logica e razão colocando milhares
de corações nos pés de 22 seres que ali não parecem humanos, ora sendo deuses
ora diabos.
A incapacidade da maioria dos mortais, aqueles que compõem o
povo, sendo o povo todos os que acabarão por descansar juntos, na terra que também
os alimenta, como descansa o peão e o rei na mesma caixa após um jogo de xadrez,
essa incapacidade identifica o inicio da arte … separa o milagre do palpável… diferencia
o inalcançável do visível. A arte nasceu apenas com alguns… a arte diferencia
os homens, diferencia o trabalho (esse bem que nos iguala enquanto detentores e
proprietários) do artístico. Este apenas está entregue a alguns.
Quando é percebida essa incapacidade passamos para um novo
estado, o estado da arte… no futebol acontece e desprende da garganta um som de
espanto ou de alegria… desperta os sentimentos puros e ansiosos por se espalharem
por todo o corpo, visto que vivem presos em si ,em quase todas as ocasiões. Na maioria
das vezes porque a sociedade os comprime como as margens comprimem o rio, nas
outras vezes porque envergonhados preferem refugiarem-se no seu canto e não partilhar
com o mundo a sua existência… assim sentem-se únicos. E talvez o façam só porque
sim… sim porque o mundo não tem que ter explicação para tudo… se assim fosse não
havia arte nem milagres… e sempre que algo deixa de ser arte ou um milagre é
explicado, outras formas serão criadas e outros impossiveis existirão para alegria
e entretenimento do povo. Esse povo que vê na arte da bola a capacidade de
expor os sentimentos e de lhes permitir passear em volta e à volta de si
mesmos, revisitando e voltando uma e outra vez à alegria, mas também à
tristeza.
Talvez essa liberdade sentimental, essa arte sempre recriada…
talvez o aspeto guerreiro aliado ao artístico… talvez o aspeto tribal de reconhecimento
de uma pertença… talvez tudo e nada… talvez só a irracionalidade de ser de um
clube porque sim… e de clube nunca se muda, porque se jura para a vida fidelidade
a algo que nunca nos irá questionar qualquer traição… talvez só essa
simplicidade que é tudo e na verdade nada… Talvez isso seja a resposta à questão
que já nem sentido faz ser revisitada porque foi o inicio de uma viagem que não
tendo terminado tem aqui um descanso.
Mas e o futebol? Perguntamo-nos. O futebol é do povo e para
o povo… e o povo é soberano…
Viva o futebol!! So pq sim!!
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
O Futuro no presente
http://www.publico.pt/portugal/noticia/o-laboratorio-do-futuro-fica-no-alentejo-1668746
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Pq o Estado Social é social?
Pq foi assim desenhado, pq foi assim implementado e principalmente pq foi assim decidido pelos povos, q consideraram q sendo cada povo o proprio povo, deveriam viver num mundo q fosse feito para todos.
A decisão foi tomada pois os povos sentiram q apesar de nao existirem, cada um se sentia pertencente a esse conjunto q no final afinal existe. Quando pensamos q somos um todo e assim agimos, estamos a tomar decisoes pessoais tendo em conta todos os seres humanos, considerando assim o melhor para cada um de nos e para todos os outros.
Resumindo pq ja vai longo o nada, os povos quiseram agrupar-se num nome chamado Estado q lhes garantia a sua vivencia em caso de cada um n ser capaz de a assegurar. As razoes sao muitas para q isso aconteça e n vou agora discuti-las, pois cada um pensou no q poderia acontecer e o fez tomar essa decisao.
Existe no entanto, quem sempre ache q n devera ser o estado, essa noção que o povo criou, o responsavel por essa garantia... as pensoes e reformas tao na moda, estao agora a ser efectuadas nos privados e nas instituições financeiras, pq o estado, o povo no fundo, esse n vai pagar no futuro o q (nos) lhe confiamos.
Mas esquecemos q se nao fossemos nos, ou o estado, o nome é indiferente, q tivesse ajudado esses privados q, esses sim, nos vao pagar as pensoes e reformas... hj os q acreditam q e aos privados q devemos confiar o nosso futuro, hj n tinham qq reforma nem qq segurança...
Confiar o nosso dinheiro a nos proprios e n aos outros parece ser um bom principio ou nao?
A decisão foi tomada pois os povos sentiram q apesar de nao existirem, cada um se sentia pertencente a esse conjunto q no final afinal existe. Quando pensamos q somos um todo e assim agimos, estamos a tomar decisoes pessoais tendo em conta todos os seres humanos, considerando assim o melhor para cada um de nos e para todos os outros.
Resumindo pq ja vai longo o nada, os povos quiseram agrupar-se num nome chamado Estado q lhes garantia a sua vivencia em caso de cada um n ser capaz de a assegurar. As razoes sao muitas para q isso aconteça e n vou agora discuti-las, pois cada um pensou no q poderia acontecer e o fez tomar essa decisao.
Existe no entanto, quem sempre ache q n devera ser o estado, essa noção que o povo criou, o responsavel por essa garantia... as pensoes e reformas tao na moda, estao agora a ser efectuadas nos privados e nas instituições financeiras, pq o estado, o povo no fundo, esse n vai pagar no futuro o q (nos) lhe confiamos.
Mas esquecemos q se nao fossemos nos, ou o estado, o nome é indiferente, q tivesse ajudado esses privados q, esses sim, nos vao pagar as pensoes e reformas... hj os q acreditam q e aos privados q devemos confiar o nosso futuro, hj n tinham qq reforma nem qq segurança...
Confiar o nosso dinheiro a nos proprios e n aos outros parece ser um bom principio ou nao?
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Pq arte é isto!
Pq arte é descontruir a realidade ou construi-la de forma diferente... Pq arte é olhar sem ver a realidade ou ver outra realidade... Pq arte é isto!!!
Mais que só apenas a capacidade de criar imagens, ja de si arte... a descontrução da realidade moderna, no caso dos audio-guides, é sublime... é arte!!
http://www.publico.pt/cultura/noticia/banksy-invade-com-ironia-as-ruas-de-nova-iorque-1607801
Pq arte é sempre sim!!!
Mais que só apenas a capacidade de criar imagens, ja de si arte... a descontrução da realidade moderna, no caso dos audio-guides, é sublime... é arte!!
http://www.publico.pt/cultura/noticia/banksy-invade-com-ironia-as-ruas-de-nova-iorque-1607801
Pq arte é sempre sim!!!
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